Shutter
Se eu fosse um fantasma, ia passar a mão na bunda de todo mundo. Ia fazer cosquinha, comer o último danone da geladeira, fazer aquilo de bater com o pé na perna da pessoa enquanto ela anda pra ver se ela cai, esse tipo de coisa. Digo, fantasmas não tentam se apoderar dos controles remotos terrenos pra assistir American Idol? Acho que não suja o sofá, suja? De gosma ectoplasmatica ou seja lá? Se sujar, é mancada.
Mas, sério, Shutter é bom. Melhor filme tailândes que já vi. Mas, sério, é bom. É igual a todo filme japonês que já vi, mas é bom. Sério. Bom, eu não vi muito. Eu cobri muito meus olhos, mas é bom. Como nunca fizeram um filme de terror naquelas salas vermelhas de revelação de filme? E naquelas salas do seu colégio onde guardavam as cobras e os lagartos das aulas de ciências em jarros? Tá, provavelmente fizeram, mas nunca deram atenção suficiente pra coisa.
Sabe, eu adoro os japas. Modestamente, adoro todos eles. Mesmo se eles forem da Tailândia. Ah, o cabelo negro, o grudge, espíritos usando msn, passando por tevês de plasma, escorrendo pela torneira, andando em tetos, ouvindo ipod... Sério. Adoro vocês. Ninguém da Tunísia jamais pensaria naquela cena da escada fora do prédio (cena que ri de mim mesma, de tão pasma que pasma que eu tava) ninguém. Nem vou falar dos defeitos.
Fora isso, é um filme sobre exs. Exs são assim, ficam manchando tudo de gosma blablasmódica por meses e meses até serem devidamente cremados, mesmo que eles não queiram e mordam nossa mão ao fechar a portinhola do forno. É preciso seguir adiante. Sério, é bom. Morri com o barulho de câmera no último, no escuro. Jurava que um ex qualquer ia puxar meu pé, todo sujo de danoninho - o último, maldito!
Falando mais seriamente, nenhum filme de terror japonês aborda - aborda! - casais exatamente. E foi muito bem feito.
Fora isso, toda vez que cortava pra uma cena dentro da salinha vermelha de revelação, eu me sentia da mesma forma como quando anoitecia em Blair Witch *afundando na cadeira*
Mas, sério, Shutter é bom. Melhor filme tailândes que já vi. Mas, sério, é bom. É igual a todo filme japonês que já vi, mas é bom. Sério. Bom, eu não vi muito. Eu cobri muito meus olhos, mas é bom. Como nunca fizeram um filme de terror naquelas salas vermelhas de revelação de filme? E naquelas salas do seu colégio onde guardavam as cobras e os lagartos das aulas de ciências em jarros? Tá, provavelmente fizeram, mas nunca deram atenção suficiente pra coisa.
Sabe, eu adoro os japas. Modestamente, adoro todos eles. Mesmo se eles forem da Tailândia. Ah, o cabelo negro, o grudge, espíritos usando msn, passando por tevês de plasma, escorrendo pela torneira, andando em tetos, ouvindo ipod... Sério. Adoro vocês. Ninguém da Tunísia jamais pensaria naquela cena da escada fora do prédio (cena que ri de mim mesma, de tão pasma que pasma que eu tava) ninguém. Nem vou falar dos defeitos.
Fora isso, é um filme sobre exs. Exs são assim, ficam manchando tudo de gosma blablasmódica por meses e meses até serem devidamente cremados, mesmo que eles não queiram e mordam nossa mão ao fechar a portinhola do forno. É preciso seguir adiante. Sério, é bom. Morri com o barulho de câmera no último, no escuro. Jurava que um ex qualquer ia puxar meu pé, todo sujo de danoninho - o último, maldito!
Falando mais seriamente, nenhum filme de terror japonês aborda - aborda! - casais exatamente. E foi muito bem feito.
Fora isso, toda vez que cortava pra uma cena dentro da salinha vermelha de revelação, eu me sentia da mesma forma como quando anoitecia em Blair Witch *afundando na cadeira*
