Million Dollar Kiss: 01/01/2008 - 02/01/2008
The Ego's Last Stand.

28.1.08

OMG!!

24.1.08

Para mais tarde

Estou publicando mais por motivos de organização própria do que para entretenimento geral. Mas, enfim, filmes e desenhos asiáticos que pretendo baixar/comprar quando possível, e algumas breves sinopses quando interessantes, abaixo:


Retribution - Kiyoshi Kurosawa

"Yoshioka, an experienced police detective, investigates the murder of an unknown woman dressed in a red dress. She was killed by being drowned on the Tokyo waterfront, in a pool of muddy water, but an autopsy reveals that her belly is full of seawater. Moreover, all the clues he finds relate to him: a button found at the murder scene matches one that is missing from one his coat, and fingerprints that cover the body match his own. Yoshioka realizes that the only viable suspect is himself, the problem is that he doesn’t remember a thing.

A ghost dressed in a red dress soon starts appearing to him. As these apparitions become more intense and bizarre, more murders appear with the same drowning by salt water. As the later perpetrators are all found easily, a serial killer is ruled out and Yoshioka is stuck with one unsolvable crime that points to him." Wikipedia.


Bright Future - Kiyoshi Kurosawa

Procuro há um ano já.

Recomendo Pulse, do mesmo diretor. Apesar de ser terror e de até dar algum medo, vale mais pela idéia de que todas as pessoas do mundo estão se tornando espíritos e que o mundo vai ficar vazio de gente (mas cheio de espírito).


Memories of Matsuko - Tetsuya Nakashima

Vi Kamikaze Girls, do mesmo diretor, que é estranho, mas simpático.


EXTE - Sion Sono

Diretor do Suicide Club, que ninguém gosta, só eu. Com a Chiaki Kuriyama, do Kill Bill Vol. 1 e do Battle Royale.

"What if extensions carried the grudge of the individual to which the hair originally belonged and started attacking people wearing it at random?" Wikipedia.


Kaidan - Hideo Nakata

Hideo Nakata, do Ringu, Dark Water, o horrível The Ring 2 e tal.

Não sei quanto, ou se, o filme tem a ver com o Kwaidan de 1964, que é bom.

Mas, hein, The Ring 3?


Tekkon Kinkreet - Michael Arias

Saiu em dvd, mas não vi ou li o mangá.


Glory to the Filmmaker! - Takeshi Kitano

Acho que o Kitano tá numa fase muito bizarra e, depois que vi Takeshis, desejei que ele fizesse Zatoichi de novo, mas eu ainda gosto muito dele e quero ver mais filmes.

"Kitano plays a hapless film director in search of a commercial hit, while suffering failure after failure as he tries out different genres." Wikipedia.


A Bittersweet Life - Jee-Woon Kim

Do diretor de A Tale Of Two Sisters, que gostei bastante e saiu em dvd no Brasil como Medo.

"Highly cultural and ruthlessly violent, it illustrates the ethical codes in the Korean mob and how they clash with personal morality." Wikipedia.


Funky Forest - Katsushito Ishii

Vi The Taste of Tea do mesmo diretor e gostei bastante. Era uma espécie de Tenenbaums com japoneses, o Asano Tadanobu e um bando de outros atores tão bons (inclusive, mirins) que me fizeram sofrer bastante pensando no país em que nasci e os atores que o habitam.


Invisible Waves - Pen-Ek Ratanaruang

Passou no Cinemax esses dias, mas perdi. Quero ver mais pelo Asano Tadanobu do que por qualquer outra coisa.


Paranoia Agent - Satoshi Kon

Diretor do Tokyo Godfathers e de Paprika que são muito, mas muito legais.

"...a Japanese anime television miniseries about a social phenomenon in Musashimo, Tokyo caused by a juvenile serial assailant named Lil' Slugger (Shonen Bat, or Bat Boy in the original Japanese version). The plot relays between a large cast of people affected in some way by the phenomenon; usually Lil' Slugger's victims are the detectives assigned to apprehend him. As each character becomes the focus of the story, details are revealed about their secret lives and the truth about Lil' Slugger." Wikipedia.

Eu achei todos os episódios aqui, só preciso criar coragem e assistir.


P.S.: E Mad Detective. A lista vai crescer e eu não vou poder ficar atualizando o tempo todo. Paciência.

21.1.08

Não significa coisa alguma

Acredito que só é possível superar antigos sofrimentos, arrependimentos, etc., substituindo-os por novos sofrimentos, arrependimentos, etc.. A experiência dolorosa mais recente faz esquecer um pouco da memória da anterior e assim por diante - desde os quinze anos, a melhor forma de esquecer um ex-namorado idiota era arranjar outro ex-namorado idiota - numa eterna reciclagem de acontecimentos desagradáveis.
Quase nunca alguém resolve algum problema, realmente se livra de alguma lembrança ruim para todo o sempre e se sente permanentemente bem. É mais fácil se decepcionar com outra coisa, uma decepção menor em comparação, quem sabe, mas ainda uma decepção que possa afastar a velha porque a velha já está por aí há muito tempo e começa a cansar. Infelizmente, muitas vezes os novos sofrimentos e arrependimentos são piores que os antigos, mas simplesmente não havia como saber. De qualquer forma, é tudo horrível.
Exagero por motivos pedagógicos. Há boas épocas em que os problemas não parecem muita coisa ou, pelo menos, são aparentemente mais maleáveis, mas têm durado menos de um terço do ano. Talvez, de doze meses, apenas dois podem ser ok. Dias espalhados ou em conjunto, dois meses no total. Não sei quais as regras para anos bissextos, feriados, etc.. E com tudo isso, não quero dizer absolutamente nada.

20.1.08

Stuff in the basement

Tentei fazer um bom sanduíche. Coloquei salame, queijo, esquentei um pouco, e, então, coloquei tomate seco, rúcula, pimenta e orégano. Ficou uma porcaria e me arrependo de ter comido. Eu faço isso, cuspo no prato que comi, não muito literalmente, mas quase isso. Por isso, prefiro não fazer as coisas, não fazer nada, para não me arrepender depois - porque é sempre quase certo, eu vou odiar ter conhecido tal pessoa, ter participado de tal coisa, etc.. Me arrependo de ter pensado em fazer coisas que acabei não fazendo, porque perdi meu tempo pensando errado.
Eu vou para Argentina na semana do carnaval, mas preferiria não ir porque a quantidade de esforço para tal (fazer malas, aeroporto, blá) e a previsão de que não vai ser perfeito, ou mesmo ótimo, vai fazer com que eu desejasse não ter ido, ou, pelo menos, ter feito as coisas de forma diferente. Porque eu sou chata assim. Mas, tente acompanhar: Já está programado eu ir visitar o Uruguai, coisa de ir e voltar no mesmo dia, e, pra isso, preciso tomar a tal vacina da tal doença que não quero mencionar porque não falo de assuntos atuais, nunca. E é muito trabalho. E prefiro não tomar. Ou nem ir ao Uruguai. Ou nem ir em lugar nenhum. Imagine quantas coisas eu poderia não estar fazendo em casa durante uma semana toda.
Sim, eu sou aquela que responde "fico" se você falar "então fica aí, em casa, sem fazer nada". Digo, tenho ficado muito em casa e fico muito contente quando amigos me convidam para sair. Há uns dias, uma amiga me perguntou se eu não queria ir com ela comprar sabonete, trocar uma camiseta - mas é claro! São programas assim, que não são nada demais, que me agradam. Eu tomei um banho, me troquei sem grandes hesitações e me sentei no banco do passageiro do carro dela, sem alimentar grandes promessas de diversão ou de qualquer coisa - e prefiro assim, apesar de ter convulsões causadas por puro tédio vez ou outra.
Expectativa é uma coisa tão terrível, que tento não fazer ou almejar nada para não ter de lidar com a provável frustração. Não conquisto muita coisa, aliás, nada, mas pelo menos não me frustro com alguma experiência terrível. Continuo frustrada, mas é de um tipo mais brando que só vai me matar quando eu estiver na meia idade e perceber que minha juventude foi desperdiçada com stumble ou algo assim. Por enquanto, é normal, talvez até mesmo recomendável. Você não imagina a minha decepção quando eu não me tornei uma escritora sensacional antes dos 17. Se eu nunca tivesse tido nenhuma ambição, nenhuma aspiração, estaria mais feliz agora e já estaria fazendo alguma coisa - o que é fazer alguma coisa? Não sei, mas não estou fazendo e morro de preguiça de fazer.
Eu prefiro não fazer nada porque muito de fazer alguma coisa envolve outras pessoas. É muito difícil excluir qualquer outra pessoa de alguma coisa, qualquer coisa. E eu odeio as pessoas. Eu ia dizer que odeio tudo, mas não é culpa de tudo se tudo está relacionado às pessoas. São as pessoas que acabam com tudo. Mas como não odiar todo mundo? Mesmo quando você acha que encontrou alguém minimamente agradável, essa pessoa vai ter alguma opinião besta sobre uma parte do tudo totalmente inocente e não merecedora dessa opinião besta, ela vai cometer algum erro muito idiota por puro descuido (às vezes, más intenções são preferíveis ao descuido porque quando uma pessoa realmente quer te fazer mal, ela pelo menos pensa em você) e, por fim, todo mundo irá te machucar de uma forma ou de outra, ou, pelo menos, te encher muito o saco.
Talvez seja o propósito da vida, conviver com isso, mas, então, deveria ser possível lidar com o menos possível disso, menos pessoas, menos coisas, com o propósito de viver de forma um pouco, muito pouco, mais fácil. Tento sempre, quando possível, fazer escolhas que vão de acordo com isso, pelo menos com relação às pessoas, eu sempre vou preferir tudo que está relacionado à poucas pessoas. Com as coisas é um pouco mais difícil, não consigo manter poucas coisas ao meu redor, minha mesa está cheia de coisas e não consigo me interessar só por decoração, ou só por roupas, ou só cinema, etc.. Eu gostaria, seria muito mais fácil me concentrar em um único interesse e conseguir fazer algo disso, mas acabo dividida e é até por isso que nem quero fazer coisa alguma mesmo, nem mesmo sanduíches.

17.1.08

Gojira!



Pff, é claro que não vou conseguir essa coisa de retiro virtual. Mas vou tentar me afastar um pouco da Internet e ler mais e ver mais filmes, pelo meu próprio bem. Já li umas quatro resenhas diferentes de Cloverfield e, com base nelas, já sei o que eu vou achar quando eu tiver assistido e isso não está certo, não com Cloverfield.

Vi Kill Bill Vol. 1 pela primeira vez no computador, antes de todo mundo, e me arrependo profundamente. Às vezes, esperar para ir ao cinema e enfrentar todas aquelas pessoas horríveis pode valer a pena (dependendo do filme) e acho que Cloverfield vai valer o ingresso.

Fora isso, vai ser bom ter mais tempo para ler porque li muito pouco no ano passado. Entre algumas bobagens que li por inteiro, o que se destaca na minha memória agora são dois livros do Evelyn Waugh, mas comecei uns outros doze que estão longe de serem terminados. Com a faculdade e os problemas todos, fiquei consideravelmente mais burra. Mas acredito que sou como um Rocky Balboa fora de forma, que tenho todo o potencial para enfrentar os Apollos Creeds da vida se eu quiser e me dedicar para tal. Só preciso tomar minhas gemas intelectuais todas as manhãs e fazer minhas corridinhas do saber.

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14.1.08

Gorenjai

Gorenjai (5 Rangers) é um quadro humorístico japonês de 13 episódios em que um grupo de cinco super-heróis, semelhantes aos Power Rangers, tentam constantemente lutar contra o vilão Dokuro (Esqueleto), mas falham ao escolher as roupas apropriadas para o evento. O alvo das intenções sexualmente maléficas de Dokuro é uma única mulher e o encontro dele com os Gorenjais sempre ocorre no apartamento dela, sempre no mesmo horário. Quando o Esqueleto a agarra e ela começa a gritar por ajuda, surgem os Gorenjai prontos para defendê-la, mas incapazes de cumprir as necessidades estéticas do combate.
No primeiro episódio, quando Dokuro ataca a mocinha, um Ranger Vermelho surge do guarda-roupa, seguido de um Ranger Amarelo que entra pela porta da sala, um outro Ranger Vermelho vindo de outro armário, mais um Ranger Vermelho vindo da cozinha e um último Ranger Amarelo que entra pela janela. Dokuro não pode lutar contra três Rangers Vermelhos e dois Rangers Amarelos e, então, eles se sentam para conversar e Dokuro tenta, através de tough love, fazer com que eles entendam a situação e possam cumprir com suas tarefas adequadamente. Esta é a estrutura de Gorenjai e todos os seus episódios são exatamente assim, apenas com variações de fantasias.
Muitas questões existenciais são tratadas em Gorenjai, a começar pela constante (e, talvez, eterna) tentativa dos Rangers em obedecer os ensinamentos de Dokuro apenas para falhar mais uma vez, muito semelhante ao Mito de Sísifo. Muitas vezes, os Gorenjai se sentem existencialmente angustiados e querem desistir de seus deveres e da vida por completo, mas sabem que não podem fazê-lo sem negar suas próprias identidades - as de super-heróis.
Dokuro atua como um deus punitivo, perfeito e superior aos Gorenjai, que se irrita ao ver que que não sabem aproveitar seus conselhos, porém os oferece oportunidades de redenção constantemente. Ele é como um sensei, um sifu, um Pai Mei, que abusa verbal e fisicamente de seus alunos com a intenção de que seus argumentos enfáticos possibilitem um aprendizado sólido que forneça a plenitude de suas funções.
Apesar de sempre atacar a dona do apartamento, declarando suas intenções de torná-la sua escrava sexual, Dokuro está apaixonado pela amiga dela, de apenas vinte e um anos. Ele nunca a ataca, mas a convida para sair com ele. De início, ela se sente envergonhada pelos trajes imponentes de Dokuro, mas logo se apaixona também. Para Dokuro, a jovem é como um símbolo de sua antiga pureza, um lembrete de sua juventude e inocência há muito perdida. Paradoxalmente, se seu amor for consumado uma única vez, ela não será mais pura e já não haverá mais atrativo algum. Ambos estão condenados a viver uma paixão exclusivamente platônica - talvez por isso e por suas investidas sexuais frustradas com a proprietária, ele seja tão violento com os Rangers.
Mesmo muitas vezes frustrado, Dokuro continua comparecendo aos encontros com os Rangers pontualmente, sempre às oito e meia. Não há dúvida de seu amor pelos Rangers, mesmo que demonstrado com tapas na cabeça e chutes na barriga, pois, do contrário, teria desistido de sua árdua tarefa há muito tempo.
Gorenjai trata das mudanças que o tempo causa nas relações humanas. Em uma de suas visitas, o Ranger Líder diz para Dokuro que o considerava um idiota malvado, mas que começava a entender suas intenções. Há melhor exemplo de maturidade que ocorre com o tempo? Provavelmente.
A medida em que os Rangers se encontram com Dokuro, eles passam a respeitá-lo. A luta eventual seria emocionalmente terrível para ambos os lados pois há uma inegável afeição, possível motivo para as mais elaboradas sabotagens e atos destrutivos. Infelizmente, eles não podem esquecer as desavenças pois deixariam de ser eles mesmos. Dokuro precisa ser um vilão e os Gorenjai precisam (tentar) lutar contra ele.
Outro terma obviamente abordado, é a necessidade de uma aparência condizente com o interior ou simplesmente um clamor pela estética, pela beleza. O quadro é uma homenagem clara à moda, pois defende a expressão do indivíduo através das roupas e da atitude.
Gorenjai é uma maravilhosa tragédia que retrata alguns dos conflitos humanos mais complexos. Recomendo que assistam em ordem para a apreciar o crescente de emoções (o primeiro capítulo está aqui) mas recomendo entusiasticamente que assistam o quarto episódio, com atenção ao momento que ocorre em 1:20.

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11.1.08

Capitalismo

Percebi que fazer listas com os dvds que quero ganhar me ajudam a eventualmente ganhá-los ou, pelo menos, me lembrar de comprá-los. Quero O Hospedeiro, Memórias de um Assassino, Pai e Filha, O Sabor da Melancia, Pixar Short Films Collection - Vol.1.

O que vai me dar de Carnaval?

Oquefazeroquefazer

Cloverfield estréia em uma semana nos Estados Unidos. Aqui, só chega em fevereiro. Por que não podiam fazer um lançamento mundial? Acompanho a coisa toda, os teasers, os trailers, os comerciais de tevê, os sites de empresas falsas, as especulações, os supostos desenhos de produção, tudo, há meses e não posso esperar pra assistir. Nos blogs, alguns críticos que já conseguiram ver o filme falam que a espera valeu a pena e que é mesmo incrível. Toda a função da campanha até então é instigar sobre algo que ninguém sabe o que é, de onde veio, o que acontece, etc.. Eu morreria se soubesse de algo muito importante antes de realmente assistir o filme - e é provavelmente o que vai acontecer.
Sabendo que a internet não é o lugar mais seguro do mundo pra quem não quer saber de spoilers, estava planejando um retiro virtual do dia 18 até a estréia no Brasil. Não procurar por nada relacionado ao filme não é suficiente. Já aconteceu comigo antes, estou lendo algo totalmente não relacionado e alguém conta o que acontece em algum filme que estou querendo ver há algum tempo ou posta uma foto relevadora sem aviso para quem ainda não quer saber de coisa nenhuma. Não só isso, seria uma experiência quase religiosa, um mês sem um uso muito ativo da internet - mas tá, se não fosse pra não querer saber de Cloverfield antes de ver o filme, eu não o faria.
Eu não faço absolutamente nada nas férias. É mais uma daquelas coisas que eu não sei como as pessoas normais se portam. Eu imagino que vão viajar pro litoral, mas ficam lá o tempo todo? E o que fazem lá? Mistério. Eu fico em casa, assistindo tevê e online ao mesmo tempo. Às vezes, ouvindo música, vendo tevê e online. E lixando as unhas. E desenhando. E fazendo experimentos com as minhas sobrancelhas. Coisas assim. Remover a internet da minha vida durante essa época seria como remover o aplique de cabelo podre da Britney Spears, confuso, estranho, desolador. Sure, eu poderia ler mais, ver os filmes que esperam por minha atenção há meses, mas e a satisfação em saber que nada, absolutamente nada de produtivo está sendo feito da minha juventude?
Não sei ainda se vou realmente tentar fazê-lo ou como seria. Digo, tudo bem checar emails? E se me mandarem alguma coisa com um título inofensivo e eu vou lá e abro e bam? Posso frequentar o meu stumble? Aliás, eu poderia stumblar? Acho que não. Os spoilers já começaram e cheguei perto deles, mas, ainda bem, avisaram antes que eu visse algo e quisesse bater com a cabeça em alguma parede com a vaga esperança de perder um pouco da memória recente.
O mais legal disso tudo é que eu sei que vou ver o filme em fevereiro, vou gostar e tudo, mas vou sossegar em uma, duas semanas como se não tivesse agonizado por tanto tempo. Sim, isso é o legal.