Million Dollar Kiss: 04/01/2006 - 05/01/2006
The Ego's Last Stand.
30.4.06
Me mandaram isto com a legenda "escrever é um horror que nunca passa", o que até concordo um pouco. Li só o primeiro parágrafo, "...a adorável Bernardete de Paula Andrade elogiou o humor dos textos de Zuenir Ventura: 'Parece que ele escreve rindo'. Sinto destruir imagem tão lúdica que a missivista guarda do jornalista, mas ninguém, nem ele, escreve rindo. A página em branco, o suor frio, a hora do fechamento que se avizinha, a abstinência de nicotina, o risco de ser óbvio, bobo ou completamente desinteressante, enfim, escrever é um horror que não passa nunca. Mestre Zu está careca de saber disso", isto é o horror. Mestre Zu. Deus. Mandei o link de volta dizendo que era bobagem, que não li inteiro, mas que era bobagem, que, pra mim, escrever ainda é um horror, provavelmente porque eu não tenho talento algum, com certeza mais do que o mestre Zu, mas menos do que eu queria ter, mas que o Alexandre faz rindo. Tô vendendo fotos do Alexandre escrevendo e rindo no ebay. Morra de inveja, Mestre Zu.
24.4.06
Original Shirley Temple Paper Dolls in Full Color From the Collection of The Children´s Museum Boston, Massachusetts
N.H.: No metrô, eu vi uma mulher lendo Zíbia Gasparetto e comecei a ler o livro por cima, vi que tinha uma Greta e uma Bete, aí a mulher terminou um capítulo fazendo não com a cabeça e pensei "Iiih, a Bete aprontou alguma coisa" e aí no começo do outro capítulo, a mulher deu um sorriso que seria um "sarcasmo", não sei, algo como "bem feito" e pensei "ó lá, a Greta se vingou, Greta é esperta"
*cara de that´s so last weekend*
18.4.06
Guernica
Overrated Paintings: Picasso´s Guernica.
Post que eu queria ter feito, série que eu devia ter pensado antes.
"A curator or art historian would likely pigeonhole "Guernica" as a mix of Cubism and Expressionism."
Acho a parte do expressionismo superduper. Adoro o cavalo. Meu problema com o cubismo, e com Picasso, em geral, é difícil de se explicar. Li num livro do Tom Wolfe, sobre a Bauhaus, que achavam Picasso um gênio simplesmente porque ele tinha descoberto que somos todos tridimensionais e resolveu colocar isso num plano - whoopee! É tão revolucionário e genial quanto um copo quadrado virado para baixo, e eu gosto de copos quadrados, mas imagine um tão feio como o rosto de qualquer comunista.
No Masp, colocaram Picasso muito perto de Vang Gogh e Toulouse-Lautrec, dá dó.
"It's often stated that we art consumers should ignore the politics of the artist and focus on the work of art."
É o que o não acontece com cinema. Porque ainda não sabem qual a "função" do cinema e ainda não perceberam que a única "função" é ser bonito como um quadro de sala de jantar. Claro, o conceito do que vai na sala de jantar de cada um é relativo, não deveria ser, mas é. Goya tinha isso na sala de jantar. Provavelmente, o Mojo tem. Na minha sala de jantar, eu teria posters de filmes de terror japonês, Uma Thurman ensanguentada, tudo isso. Mas eu duvido que George Clooney tenha fotos de pobres na sala de jantar. É provável que Michael Moore tenha fotos do Bush com bigodinho de Hitler por todos os lados, mas aposto que a mãe dele vive querendo trocar por uns quadros de margaridas e eu aposto que Michael Moore gosta de margaridas mas ele simplesmente não consegue deixar de comer sem ver o rostinho do Bush, dando dentadas obsessivas, rindo tanto do bigodinho que ocasionalmente lhe viriam lágrimas incontroláveis, percorrendo toda aquela adiposidade - Eu gosto de sentir prazer quando como. Por isso se convidam mulheres bonitas para jantar. Ninguém convida uma mulher feia para jantar, a comida não desce bem.
"Picasso's reputation is inflated by various extra-artistic criteria dear to the hearts of the Art Establishment. He was a "character"; he is associated more than anyone with the revolt against realistic representation (although the true revolutionary was Kandinsky, a greater artist); he practiced in France, which gives his work a special cachet; and finally, he was leftist in his politics, with Guernica being an earnest of his "correct" views.
If he had announced that Guernica was a depiction of the death and destruction caused in an attack by the Communists in the Spanish Civil War, would the picture enjoy its celebrity? As the saying goes, to ask the question is to answer it.
Posted by: Rick Darby"
Não gosto de Kandinsky também, mas todo o resto está certo. Melhor comentário. Melhores comentaristas. Como na piada da venda de esperma do Vincent Gallo (lá embaixo), que ninguém entendeu, é preciso ser judeu, liberal, etc.
Post que eu queria ter feito, série que eu devia ter pensado antes.
"A curator or art historian would likely pigeonhole "Guernica" as a mix of Cubism and Expressionism."
Acho a parte do expressionismo superduper. Adoro o cavalo. Meu problema com o cubismo, e com Picasso, em geral, é difícil de se explicar. Li num livro do Tom Wolfe, sobre a Bauhaus, que achavam Picasso um gênio simplesmente porque ele tinha descoberto que somos todos tridimensionais e resolveu colocar isso num plano - whoopee! É tão revolucionário e genial quanto um copo quadrado virado para baixo, e eu gosto de copos quadrados, mas imagine um tão feio como o rosto de qualquer comunista.
No Masp, colocaram Picasso muito perto de Vang Gogh e Toulouse-Lautrec, dá dó.
"It's often stated that we art consumers should ignore the politics of the artist and focus on the work of art."
É o que o não acontece com cinema. Porque ainda não sabem qual a "função" do cinema e ainda não perceberam que a única "função" é ser bonito como um quadro de sala de jantar. Claro, o conceito do que vai na sala de jantar de cada um é relativo, não deveria ser, mas é. Goya tinha isso na sala de jantar. Provavelmente, o Mojo tem. Na minha sala de jantar, eu teria posters de filmes de terror japonês, Uma Thurman ensanguentada, tudo isso. Mas eu duvido que George Clooney tenha fotos de pobres na sala de jantar. É provável que Michael Moore tenha fotos do Bush com bigodinho de Hitler por todos os lados, mas aposto que a mãe dele vive querendo trocar por uns quadros de margaridas e eu aposto que Michael Moore gosta de margaridas mas ele simplesmente não consegue deixar de comer sem ver o rostinho do Bush, dando dentadas obsessivas, rindo tanto do bigodinho que ocasionalmente lhe viriam lágrimas incontroláveis, percorrendo toda aquela adiposidade - Eu gosto de sentir prazer quando como. Por isso se convidam mulheres bonitas para jantar. Ninguém convida uma mulher feia para jantar, a comida não desce bem.
"Picasso's reputation is inflated by various extra-artistic criteria dear to the hearts of the Art Establishment. He was a "character"; he is associated more than anyone with the revolt against realistic representation (although the true revolutionary was Kandinsky, a greater artist); he practiced in France, which gives his work a special cachet; and finally, he was leftist in his politics, with Guernica being an earnest of his "correct" views.
If he had announced that Guernica was a depiction of the death and destruction caused in an attack by the Communists in the Spanish Civil War, would the picture enjoy its celebrity? As the saying goes, to ask the question is to answer it.
Posted by: Rick Darby"
Não gosto de Kandinsky também, mas todo o resto está certo. Melhor comentário. Melhores comentaristas. Como na piada da venda de esperma do Vincent Gallo (lá embaixo), que ninguém entendeu, é preciso ser judeu, liberal, etc.
17.4.06
Sadie Millstein
Sempre que vejo New York Stories, fico impressionada com o Nick Nolte com aquele mooonte de tinta na paleta e penso, que desperdííício, isso é caaaaro. Fotografia é cara, cinema, definitivamente, é caro. Pintar em cavalete me dá dor nas costas, o cheiro me dá alergia, odeio limpar minhas coisas. Joguei pincéis sujos no lixo (depois de tentar usá-los, endurecidos e emporcalhados) porque odeio comprar o produto que limpa. Estraga as unhas, as roupas. As manchas nunca nunca nunca saem. Essas coisinhas vão me derrotando também. Hoje fui numa papelaria e comprei Chinese Writing Fluid for lasting blackness and permanent brillancy SUITABLE FOR PENS & CHINESE WRITING BRUSHES 60gm. Preciso usar tudo, não deixar numa gaveta por dois anos, só porque a embalagem é legal. Preciso me forçar a usar essas coisas, limpar pincéis, ter um lápis apontado. Odeio pintar, desenhar, escrever. Odeio. Não quero dizer que faço - quando faço - porque é necessário, porque é besta. Mas digamos que eu não sei fazer outra coisa e mesmo nessas coisas, se quer saber, acho que não tenho talento. Tenho talento genuíno para crítica, eu acho. Toda derrota no sentindo de não conseguir fazer essas coisas necessárias, como, perder lugar num curso básico de fotografia é terrível porque já é terrível ir atrás dessas coisas, porque é caro, porque é desnecessário. Conhecer tudo, saber fazer tudo ou, pelo menos, um pouco e não muito bem. Pensei em estudar como fazer escorço, só porque é difícil, não porque eu goste, como sudoku. Marie´s OIL PASTELS Conforms to ASTM D-4236 and EN71 me fazem continuar, ou tentar, pelo desenho da caixa de crianças brincando na areia - o que isso tem a ver?
*
Sinto profunda inveja de amigos calmos, que se conhecem e não se preocupam com essas coisas, que lêem um livro de cada vez (eu não me lembro qual foi o último romance que eu li inteiro, parei em Seymour e não consigo voltar, a família Glass me deixa deprimida, contente, mas deprimida, ou contente, deprimida, mas contente). São todos budistas. Eu queria pedir aulas e eles ririam de mim, de um modo budista. Tenho esses períodos de não ler nada. Estou com uma biografia da Marilyn Monroe, que me dá alergia, não conta. Fora isso, livros sobre cinema. Aristóteles. Jesus, os livros de roteiros. Eles insistem que eu preciso de um conflito mas nunca é de uma maneira budista.
*
O episódio do Martin Scorcese em Nova York Stories é a melhor coisa que ele fez. Talvez, empatado com Mean Streets. Já disse.
*
Apesar do meu único talento, além do charme natural, ser a crítica, eu seria completamente injusta, o que é muito mais divertido, mas não muito profissional. Queria só poder dizer que odeio as coisas, sem precisar explicar objetivamente.
Odeio Magritte.
Odeio Chomsky.
Odeio Morgan Spurlock.
Odeio Lars Von Trier.
Odeio Dogma 95.
Odeio Bjork.
Odeio, qual o nome, Spencer Tunick.
Odeio quem imita a Marilyn Monroe, inclusive Mamie Van Doren.
Odeio "um pastiche de violência gratuita".
Gosto daquele filme em que a Jamie Lee Curtis troca de corpo com a Lindsay Lohan.
*
Sinto profunda inveja de amigos calmos, que se conhecem e não se preocupam com essas coisas, que lêem um livro de cada vez (eu não me lembro qual foi o último romance que eu li inteiro, parei em Seymour e não consigo voltar, a família Glass me deixa deprimida, contente, mas deprimida, ou contente, deprimida, mas contente). São todos budistas. Eu queria pedir aulas e eles ririam de mim, de um modo budista. Tenho esses períodos de não ler nada. Estou com uma biografia da Marilyn Monroe, que me dá alergia, não conta. Fora isso, livros sobre cinema. Aristóteles. Jesus, os livros de roteiros. Eles insistem que eu preciso de um conflito mas nunca é de uma maneira budista.
*
O episódio do Martin Scorcese em Nova York Stories é a melhor coisa que ele fez. Talvez, empatado com Mean Streets. Já disse.
*
Apesar do meu único talento, além do charme natural, ser a crítica, eu seria completamente injusta, o que é muito mais divertido, mas não muito profissional. Queria só poder dizer que odeio as coisas, sem precisar explicar objetivamente.
Odeio Magritte.
Odeio Chomsky.
Odeio Morgan Spurlock.
Odeio Lars Von Trier.
Odeio Dogma 95.
Odeio Bjork.
Odeio, qual o nome, Spencer Tunick.
Odeio quem imita a Marilyn Monroe, inclusive Mamie Van Doren.
Odeio "um pastiche de violência gratuita".
Gosto daquele filme em que a Jamie Lee Curtis troca de corpo com a Lindsay Lohan.
16.4.06
M.S.
Digamos assim, e me perdoem as analogias horríveis que tenho imaginado ultimamente e que me são as únicas formas de explicar as coisas, que durante toda a vida algúem deu banho no seu cachorrinho por você. Não toda-toda vida, mas quando você tentou, quando ele ainda era um bebê, você demorou uma hora, molhou o banheiro inteiro, o cachorro chorou, ficou com medo do secador, etc. e por um bom tempo, depois de fracassar, você entregou a tarefa mais importante do mundo - tudo que involve cachorros é extremamente importante - para alguém que o faz perfeitamente. A pessoa é rápida, atenciosa, afetuosa, usa shampoo infantil, condicionador e, magicamente, devolve o cachorro sem sede, com a língua bem guardada dentro da boca, um olhar calmo e quase zen. Você paga um preço simbólico, não há preço pra alguém que faz esse tipo de trabalho, assim como não existe alguém, de fato, que assim o faça, mas imagine. De repente, a pessoa que dá banho no seu cachorro morre ou, para não ser tão trágica, se muda com a família para Paris ou alguma cidade perto de. Você sabe que não existem outras pessoas que dão banhos em cachorros tão bem, você sabe, você não precisa, nem deve, levar seu cachorro para experimentos pela cidade cheia de pessoas que dão banho em cachorros cruelmente. A conclusão óbvia é a de que você deve fazê-lo, apesar de saber que você mesmo não é tão bom, mas, pelo menos, deve ser melhor do que entregar Wilbur (imagine que seu cachorro se chama Wilbur) para um estranho, provavelmente cruel, provavelmente estúpido, provavelmente de esquerda. Apartir daí, me perco um pouco. Não consigo imaginar como seria esse processo de tentar aprender a ciência de dar banhos em cachorros quando é óbvio que não há talento natural para a coisa em você, ou, imagine, em mim. Diminuir as luzes, acender levas, aplicar massagens suaves nas têmporas de Wilbur - será melhor passar o shampoo em movimentos circulares horários ou movimentos circulares anti-horários? - em que temperatura deve estar a água? com que pressão? é um corpo consideravelmente menor que o meu, como será a sensibilidade dele? Eu não saberia, e não sei, por onde começar, apesar de saber que eu quero começar, talvez não precise, talvez meu cachorro possa continuar sem banhos, provavelmente não - e, por isso, não posso usar gatos - mas eu sou, além de tudo, muito modesta e humilde, será que o cachorro realmente precisa de mim? Será que ele me quer? Estamos, por um plano divino, destinados um ao outro? É isso mesmo que eu deveria fazer, o que eu deveria ter feito o tempo todo? Eu não consigo imaginar como seria a cara desse Wilbur, de que tamanho, se teria sobrancelhas. Não há como não amá-lo, apesar de parecer assustador um cachorro com quem não se foi apresentado formamelmente - e mesmo se tivesse sido apresentado formamelmente, seria a criatura mais esquisita e talvez decepcionante, talvez não. Acho que os cachorros se parecem com os donos, então, não importa como o cachorro é, mas como seria um dono, se fosse o dono de Wilbur e quão bem tratado Wilbur seria, deveria ser bem tratado, deveria ser comandado ou deixado em paz, etc. Imagine o banho em si, que seria a coisa mais complicada e importante. Imagine as consequências, se o pêlo ficaria bom de se pentear, se o cheiro fosse agradável e qual seria a expressão de agradecimento - e acho que, de uma forma ou de outra, seria uma expressão de agradecimento, mesmo que negativa.
9.4.06
Argumento assustador
Sobre aquele filme em questão, não digo qual porque não quero falar sobre ele e eu não quero comentários sobre ele (essa nota é para mim e para quem mediunicamente descubra o filme em questão e me cumprimente com um balançar de cabeça espiritual e nada mais) acho que a "explicação" da coisa está no nome. Um termo americano que carrega um histórico tipicamente americano e, apartir dele, traz algo além - se perde a definição clássica de protagonista, não que isso seja novidade, mas é a razão do filme - ou seja, todos os personagens se transformam em exatos opostos ou, no mínimo, em versões bem diferentes e esquisitas delas mesmas. Isto também não é novidade, eu sei, mas o mais assustador, todo filme sério sobre relacionamentos é um pouco assustador em um ou outro sentido, é a leve sugestão de que você mesmo talvez não conheça as pessoas e que, talvez, você mesmo não seja o protagonista, o bom.
6.4.06
Gin gwai
Terceira ou quarta vez que pego The Eye passando na tevê e só dessa vez reparei no inserte mais sutil do mundo de um espírito sem propósito algum refletido numa janela num canto de uma cena. Coisa sutilíssima. Fizeram a mesma coisa em The Exorcist mas é tremendamente óbvio. Adoro coisa feita pra quase ninguém notar. Que excelente.
5.4.06
Em homenagem à Satin Strayhorn.
Piores Vestimentas/Acessórios
1 - Shorts/ Formal shorts
2 - Coletes
3 - Mini-jackets
4 - coisas com babados
5 - "underwear fashion"
6 - "batinhas"
7 - bolsas desestruturadas (não consegui achar fotos, mas você vai ver por aí. É coisa dos anos 80, Uma Thurman tem uma em Hysterical Blindness)
Piores Vestimentas/Acessórios
1 - Shorts/ Formal shorts
2 - Coletes
3 - Mini-jackets
4 - coisas com babados
5 - "underwear fashion"
6 - "batinhas"
7 - bolsas desestruturadas (não consegui achar fotos, mas você vai ver por aí. É coisa dos anos 80, Uma Thurman tem uma em Hysterical Blindness)
3.4.06
nota pessoal
Compilar obras que embasem estudo sério sobre a presença de cachorrinhos na arte. Vi um cachorrinho numa pintura da Idade Média, mas acredito que eles já devam estar presentes muito antes disso.
Close Encounters
É sempre chato quando um crítico critica algo que gostou porque não é bem uma crítica, por mais que seja objetiva, é como falar que se gosta da mãe - alguns críticos não gostam da mãe, são os críticos ruins, que não gostam de coisas que são obrigatórias de se gostar, mas quando se mora com a mãe, é quase certo ter essa visão errônea das coisas. Porque revi Close Encounters esses dias e gostei muito muito muito, resolvi falar mal de Armageddon.
Precisa ser muito bobo e artsy fartsy pra considerar Steven Spielberg um pum, não falando das últimas coisas que ele fez, mas como um todo e, principalmente, dos bons Spielbergs, Duel, Jaws, Close Encounters, ET. Depois ficou pussy, é o que o engajamento social faz com você, você escreve mal, faz filmes ruins. Conheci um "cinéfilo" (é, é um termo horroroso, de fato) que não gostava de ET, que é como não gostar de chocolate Alpino ou de cachorros labradores. Mas Michael Bay.
Primeiro cê faz um take do universo explodindo e aí as letras aparece em chamas e voa até a cara dos público, como se se saísse das tela bem nas caras dele, bang! Ahm. E aí o Billy Bob Thonrton fala a fala mais witty da história do cinema, "sorry, sir, but it is a big ass sky" e aí "hello, Harry", "I asked you to call me dad", "sorry, Harry", waaal, e aí dormi. Não que eu não tenha visto antes, eu vi, tem cena de negão forte chorando, como não? E stripper agarrando o Steve Buscemi. Steve Buscemi é a única coisa que me faz continuar. Steve Buscemi, te amo. Mas o negão forte sumiu, hein? Tava fazendo sucesso, chorou num filme do Tom Hanks também, num é?
Precisa ser muito bobo e artsy fartsy pra considerar Steven Spielberg um pum, não falando das últimas coisas que ele fez, mas como um todo e, principalmente, dos bons Spielbergs, Duel, Jaws, Close Encounters, ET. Depois ficou pussy, é o que o engajamento social faz com você, você escreve mal, faz filmes ruins. Conheci um "cinéfilo" (é, é um termo horroroso, de fato) que não gostava de ET, que é como não gostar de chocolate Alpino ou de cachorros labradores. Mas Michael Bay.
Primeiro cê faz um take do universo explodindo e aí as letras aparece em chamas e voa até a cara dos público, como se se saísse das tela bem nas caras dele, bang! Ahm. E aí o Billy Bob Thonrton fala a fala mais witty da história do cinema, "sorry, sir, but it is a big ass sky" e aí "hello, Harry", "I asked you to call me dad", "sorry, Harry", waaal, e aí dormi. Não que eu não tenha visto antes, eu vi, tem cena de negão forte chorando, como não? E stripper agarrando o Steve Buscemi. Steve Buscemi é a única coisa que me faz continuar. Steve Buscemi, te amo. Mas o negão forte sumiu, hein? Tava fazendo sucesso, chorou num filme do Tom Hanks também, num é?
